O negócio já era triste em anime, imagina com atores reais? Agora fudeo de vez, vamos todos desidratar de tanto chorar!
Por MIKA
No próximo mês, AnoHana ganhará um especial de TV em live-action, e hoje foram divulgados mais detalhes da produção.
A esquipe de produção anunciou o elenco e também que ele será transmitido em 21 de setembro. O anúncio também revelou uma foto dos dois grupos de atores.
Eis o elenco infantil, que irá retratar os personagens principais na infância.
Santa Takahashi como Tetsudou “Poppo” Hisakawa; Chinami Yoshioka como Naruko “Anaru” Anjou; Minamide Ryouka como Jinta “Jintan” Yadomi; Kanon Tani como Meiko “Menma” Homma; Ruiki Satou como Atsumu “Yukiatsu” Matsuyuki; Karen Ichihara como Chiriko “Tsuruko” Tsurumi.
Já o elenco principal do especial – que mostrará eles na adolescência – é composto por:
Yuuta Takahara de 21 anos de idade (Zero Eterno) como Tetsudou Poppo Hisakawa; Airi Matsui de 18 anos de idade (Yamada-kun and the Seven Witches) como Naruko Anaru Anjou; Nijirou Murakami de 18 anos de idade como Jinta Jintan Yadomi; Minami Hamabe de 14 anos (Ace Attorney) como Meiko Menma Honma; Jun Shison de 20 anos de idade (Ressha Sentai ToQger) como Atsumo Yukiatsu Matsuyuki; Marie Iutoyo de 17 anos (Nobugana Concerto) como Chiriko Tsuruko Tsurumi.
A primeira cena no especial mostrará os personagens brincando de esconde-esconde em um campo de papoula (espécie de flor) em Chichibu.
Masaki Nishiura (Densha Otoko) está dirigindo o projeto, por fora dos scripts está Yoshihiro Izumi (Death Note live-action), Yuka Kano (One Piece) é o coordenador do projeto e Sumi Asano (Sazae-san especial live-action) está produzindo o live-action.
A banda Galileo Galilei irá contribuir com sua música “Aoi Shiori”, que foi usada como tema de abertura do anime e da série. A banda Silent Siren realizará um cover da música hit de 2001 do ZONE, “secret base ~Kimi ga Kuretamono” tema do live-action.
A vigésima primeira edição da revista Weekly Shonen Jump anunciou que a obra mais famosa de Tsugumi Ohba e Takeshi Obata, Death Note, está dando origem a uma adaptação para um live-action para TV que estreará em julho. A revista anunciou o drama no final do capítulo do mangá de Gakkyuu Houtei, de Obata e Nobuaki Enoki. Mais detalhes ainda não foram anunciados.
O mangá original sobrenatural de suspense de Ohba e Obata foi copilado em 12 volumes publicados pela revista Weekly Shonen Jump, pela editora Shueisha, de 2003 a 2006. No Brasil, o título foi publicado pela editora JBC, que em 2013 trouxe ao país a edição Black Edition, criada pela VIZ nos Estados Unidos.
O mangá também inspirou três filmes live-action e mais um anime de 37 episódios no Japão, produzido pela Madhouse Studios, e que já fora, inclusive, exibido aqui no Brasil, pelo antigo Animax, e recentemente é transmitido pela PlayTV.
Recentemente o mangá inspirou um musical em parceria entre os japoneses e os americanos. O musical acontecerá no Nissay Theatre em Tóquio do dia 6 à 29 de abril. O musical também irá passar em Nagoya e Osaka em maio e na Coréia do Sul de julho à agosto, mas com uma equipe diferente. Death Note é um mangá cult, considerado um dos mais famosos e importantes mangás e animes já feitos, e muitas vezes, referido como "obrigatório" de se conhecer e assistir. Segundo algumas pesquisas, a cada 10 otakus, 9 conhecem e/ou já assistiram Death Note.
A história gira em Torno de Light "Raito" Yagami, um adolescente inteligente e excepcional na escola, mas entediado com a vida. Um dia ele encontra o Death Note, um caderno usado pelos Shinigamis (Deuses da Morte), onde ao se escrever o nome de alguém tendo o rosto em mente, a dita pessoa morre. Light decide então usar o caderno para livrar o mundo de criminosos, e fazê-lo um lugar mais feliz e justo. Mas um detetive misterioso e mundialmente famoso de codinome L, junto de várias autoridades, começam a perseguir Light, que agora é conhecido como "Kira". Quem vencerá nesta verdadeira batalha entre gato e rato?
Depois de produzir os curtas The Punisher: Dirty Laundry, Venom: Truth in Journalism e a animação Judge Dredd: Superfiend, o produtor Adi Shankar (que também é famoso por filmes como Dredd e O Grande Herói) lança mais um fã filme, agora sobre os Power Rangers. O curta apresenta o universo dos heróis coloridos de uma maneira mais brutal, com muita violência e sexo, como se fosse parte de um episódio de Game of Thrones. O filme é dirigido por Joseph Kahn e tem no elenco James Van Der Beek e Katee Sackhoff como a Ranger Rosa.
Confira o curta:
Vale lembrar que o longa oficial está sendo desenvolvido pela Lionsgate. O novo filme sobre os personagens criados por Haim Saban mostrará uma nova visão para a mitologia dos Rangers, que se estende em mais de 20 anos entre séries, filmes, games, etc. A data de estreia estabelecida pela Lionsgate permanece a mesma: 22 de julho de 2016, nos EUA. Ashley Miller e Zack Stentz (dupla de X-Men: Primeira Classe) também continuam como roteiristas.
Hoje é um dia de luto. Luto mesmo. Morre, aos 85 anos, o ator e comediante mexicano Roberto Gómez Bolaños, ator que ficou eternizado pelos personagens Chaves e Chapolin. Ele estava em sua casa em Cancún, e a causa ainda não foi informada, mas há especulações (Bolaños enfrentava problemas respiratórios.). A notícia da morte foi confirmada por noticiários da rede mexicana Televisa e já repercute entre atores do seriado no Twitter, como Édgar Vivar, o Sr. Barriga.
A história de Chaves e Chapolim tem início anos 1950, quando Bolaños despontou na mídia, escrevendo programas de rádio, TV e roteiros de cinema. Seu trabalho começou a gerar frutos no início da década de 60, quando entre 1960 e 1965 dois programas escritos por ele disputavam os primeiros lugares de audiência da televisão mexicana: Estudio de Pedro Vargas e Cómicos y canciones.
Em 1968, Bolaños, carinhosamente apelidado de Chespirito (uma referência a William Shakespeare), pelo diretor de cinema mexicano Augustín P. Delgado, ganhou um espaço exclusivo de meia hora na TV TIM. Lá, começou a se arriscar também como ator e descobriu uma veia cômica que o tornaria famoso em toda a América Latina. De uma coisa é certa: Bolaños virou um mito. Seus personagens fazem parte da cultura pop. E sentiremos muita falta deste gênio da comédia. #LUTO
Apesar das críticas sobre a forma de exibição de Bleach e Death Note, é impossível não elogiar a PlayTV pelo investimento e espaço que está dando aos animes na TV por assinatura, visto que não temos mais o Animax. O canal foi o único ousado o bastante para apostar numa fórmula já deixada de lado por outros, que veem os animes como coisas ora violentas demais ora infantis demais, e que não dariam dinheiro.
Depois de nos surpreender com dois animes de preso e assim oprimindo a carência dos "TV Otakus", agora o canal vai além. Caê Coelho, diretor de programação do canal, confirmou uma das coisas mais esperadas do ano: o canal vai estrear novos animes em sua programação.
Os nomes dos animes em questão, ou quantos vão ser, permanecem um mistério, mas é quase certa a chegada de Naruto Shippuden, uma vez que existem fortes indícios de uma grande empresa japonesa envolvida nas negociações, e, diga-se de passagem, bastante empenhada em levar o anime para o canal.
Se tudo ocorrer como o esperado, a PlayTV terá em suas mãos cerca de 108 episódios da nova saga do ninja de laranja para exibir. Em relação à Bleach, a história é um pouco diferente. O canal deve adquirir os 53 capítulos restantes que ainda não foram ao ar, e adquirir os inéditos que seguem em fase de dublagem (atualmente chegou ao 165).
Tudo indica que Naruto Shippuden e Bleach serão as novidades da PlayTV para 2015, mas as coisas podem mudar e não seria surpresa se algum outro anime fosse anunciado. O que falta agora é um comunicado oficial por parte do canal confirmando ou não tais novidades. Mais informações em breve.
De qualquer forma, a esperança é que o canal volte a exibir alguns de seus animes clássicos como Love Hina, Trigun ou Ranma ½. Para alguns se espera animes antigos do Animax como FMA, Burst Angel ou Hellsing. E ainda há a esperança de animes nunca antes exibidos na TV brasileira, como SAO, Shingeki no Kyojin ou Kuroko no Basket.
E aí, qual sua aposta para 2015? Qual anime você quer ver no canal?
Fonte: http://anmtv.xpg.uol.com.br/playtv-novos-animes-2015/#comment-401818
Tatsuya e cia. em breve estarão disponíveis no serviço.
Por MIKA
Depois de anunciar Bleach ao seu catálogo brasileiro de animes, a plataforma de vídeos por streaming Netflix também traz para seus assinantes The Irregular at Magic High School (ou como é mais conhecido, Mahouka Koukou no Rettousei), série baseada na light novel escrita por Tsutomu Sato e ilustrada por Kana Ishida.
Produção do estúdio MadHouse, o anime possui 26 episódios transmitidos no Japão entre abril e setembro deste ano. A série conta ainda com cinco mangás e dois jogos: um para celular (Mahōka Kōkō no Rettōsei: School Magicus Battle) e outro para PlayStation Vita (Mahōka Kōkō no Rettōsei: Out of Order).
Como todas as recentes adições da Netflix, Mahouka contará apenas com legendas em português. Em um futuro próximo, a ciência comprovaria a existência de magia. Os cientistas passaram a estuda-la, e assim foram descobertas novas entidades quânticas que podiam ser influenciadas pela parte subconsciente do cérebro humano e podiam alterar diretamente a natureza de fenômeno físico, sem, contudo desrespeita as leis básicas da física. Assim em pouco tempo surgiram os magos, que através de aparelhos tecnológicos especiais, podiam manipular essa “magia moderna”. No Japão dos anos 2090, existem nove escolas especiais de magias, e é justamente no chamado Primeiro Colégio que os irmãos Miyuki e Tatsuya Shiba se matriculam. Enquanto Miyuki é uma excepcional maga do gelo, Tatsuya é visto como uma pessoa com baixas capacidades mágicas, por isso é colocado na classe de alunos considerados “estorvos”, que são justamente os menosprezados dentro do ambiente escolar. Porém, Tatsuya não é o que aparenta ser, e uma série de consequências e eventos começa a partir da chegada do “aluno irregular”.
Depois de Kill la Kill, Arpeggio of Blue Steel, Samurai Flamenco, Kotoura-san e Tonari no Kaibutsu-kun, a Netflix anuncia que irá incluir novos animes em sue catálogo, Exatamente. A Netflix, parar quem não sabe, está tentando não só atingir o público que ama novelas, filmes e séries, mas também o público otaku. A plataforma já programou para o mês de novembro uma grande estreia: Magi: The Labyrinth of Magic e os já anunciados Bleach e Wakfu: The Animated Series. Todos com previsão de lançamento para o dia 1º de novembro.
Magi: The Labyrinth of Magic é considerado um dos animes mais elogiados de 2012. A série narra a história de Aladim e seu amigo Ali Babá, em suas viagens por terras desconhecidas atrás de um tesouro mágico. Baseado no mangá de Shinobu Ohtaka, o anime conta com um total de 50 episódios divididos em duas temporadas produzidas pelo estúdio A-1 Pictures. Por enquanto, não se sabe se será dublado em português como alguns dos animes já exibidos pelo Netflix, por isso por um tepo Magi será exibido com idioma origina e legendas em português.
Em relação à Bleach, o anime possui apenas 109 episódios dublados, mas uma nova leva ainda está em processo de dublagem pela CBS. Como a estreia está próxima, é possível que a Netflix coloque todos os 366 episódios da série legendados de uma só vez. Wakfu: The Animated Series terá dublagem em português feita pelo estúdio BKS e também opção de idioma original com legendas.
Em breve mais informações.
Fonte: http://anmtv.xpg.uol.com.br/magi-the-labyrinth-of-magic-bleach-e-wakfu-na-netflix/
As famílias mais doidas dos desenhos se encontram em Crossover.
Por MIKA
Para quem é fã de The Simpsons e Family Guy (Uma Família da Pesada, no Brasil) eis um presente: As duas famílias se encontraram em um especial. A FOX divulgou durante a San Diego Comic-Con o primeiro trailer do crossover, intitulado "The Simpsons Guy", que terá uma hora de duração e será o episódio de estreia da 13° temporada de Uma Família da Pesada, e está previsto para ir ao ar no dia 28 de setembro nos EUA. Confira o trailer:
Na história, a família Griffin acaba indo parar na cidade de Springfield, onde conhecem Homer e o restante da família amarela que todos nós amamos.
E aí, está ansioso para esse encontro que ficará marcado eternamente em nossos cérebros e sorrisos?
Fonte: http://anmtv.xpg.uol.com.br/the-simpsons-guy-primeiro-trailer-do-especial/
Por MIKA
Esta semana saiu uma lei muito estranha, tão estranha que chega a parecer mentira. A coisa é o seguinte: Parece que foi aprovado uma lei que muitos dizem que vai prejudicar os otakus e fãs de quadrinhos. Ou pelo menos é o que o povo tá botando na cabeça. A origem está na Resolução n.163 de 13 março de 2014 do Conselho Nacional de Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA), que proíbe publicidade infantil no Brasil. Rapidamente espalharam-se notícias afirmando que a resolução determinaria o fim dos quadrinhos nacionais, o fim dos desenhos infantis na televisão e demais previsões apocalípticas. Parece mentira, não? Será mesmo?
Infelizmente nos tempos de Internet as pessoas leem as três primeiras linhas de qualquer coisa e param por aí, já com a opinião a respeito formada. E se você chegou até aqui sua pergunta foi a mesma que a minha quando li tais opiniões: elas têm algum tipo de fundamento?
Vamos por partes.
A lei diz o seguinte: "Art. 1º Esta Resolução dispõe sobre a abusividade do direcionamento de publicidade e de comunicação mercadológica à criança e ao adolescente, em conformidade com a política nacional de atendimento da criança e do adolescente prevista nos arts. 86 e 87, incisos I, III, V, da Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990."
Ok, foi só um parágrafo desta nova lei que fez todos entrarem em pânico. Tal fato foi ao ponto de quererem um abaixo-assinado. Mas vamos tentar entender melhor o que está havendo.
Ali diz que é abusividade. É proibido abusar. Existem motivos para isso, lógico: Talvez a obesidade infantil oferecida por comidas calóricas. Até esse ponto eu concordo que inibam um pouco, mas acho que se forem aplicar uma lei assim, não deve ser uma ditadura. Vejam, amigos, o pânico veio por que muitos interpretaram que com isso tudo relacionado a infância vai acabar. Só para tentarem entender o que eu estou dizendo, assistam antes o video do Gameplayrj. O video é a opinião dele, por isso, não pare de ler este post após ver o video.
Agora, vamos parar e pensar um pouco: O que os caras do poder ganhariam proibindo as marcas de exibirem seus produtos aqui? Consequentemente, fazendo isso, muitas empresas deixariam o Brasil e acabaremos perdendo muita grana. Então por que diabos os políticos que sei que pensam em seu dinheiro, iriam tomar uma medida que os prejudicassem? Aumentar o preço da passagem faz mais sentido, é para ganhar mais dinheiro, mas aprovarem uma lei assim, o que querem com isso?
O estranho são esses trechos: “Considera-se abusiva, em razão da política nacional de atendimento da criança e do adolescente, a prática do direcionamento de publicidade e de comunicação mercadológica à criança, com a intenção de persuadi-la para o consumo de qualquer produto ou serviço e utilizando-se, dentre outros, dos seguintes aspectos: I – linguagem infantil, efeitos especiais e excesso de cores; II – trilhas sonoras de músicas infantis ou cantadas por vozes de criança; III – representação de criança; IV – pessoas ou celebridades com apelo ao público infantil; V – personagens ou apresentadores infantis; VI – desenho animado ou de animação; VII – bonecos ou similares; VIII – promoção com distribuição de prêmios ou de brindes colecionáveis ou com apelos ao público infantil; e IX – promoção com competições ou jogos com apelo ao público infantil”. Mas afinal, o que querem dizer com isso???
Vejam, ali diz sobre ABUSIVIDADE. Neste caso é o que falei antes, poderia ser apenas para acabar com a obesidade infantil. E, convenhamos, esses abusos precisam ser combatidos mesmo. Penso eu que ninguém deveria ser induzido a comprar nada, nem mesmo nas propagandas dirigidas a adultos.
Creio que os profissionais de propaganda precisam aprender mais com os de marketing. No marketing, procura-se identificar a necessidade de um cliente e oferecer uma solução para ela. Já a propaganda, o que faz geralmente é INVENTAR uma necessidade que a pessoa não tem e trazer uma "solução" para ela.
Qual necessidade a propaganda da Barbie vai suprir numa criança? Se a resposta for "nenhuma", então essa propaganda, de fato, não tem porque existir.
E tem mais: Não é a TV o o Governo que determina o que a criança vê, mas são os pais. Neste caso, um pai ele tem de ter consciência de que ele tem de falar "NÃO!" de vez em quando. No caso, quem compra os produtos são os pais, as crianças apenas pedem. Por isso, você que é pai ou mãe, é você quem tem de cuidar do seu filho, não o governo. Educar e determinar o que ele vê na TV é função sua.
Mas ainda sim, tem coisas que eu discordo. Acho que mostrar o produto pelo menos é o mínimo, não acredito que possam anunciar algo sem mostrar do que se trata. Pra começo de conversas, grande parte dos produtos que adquirimos são licenciados, então proibir licenciamentos é acabar com o mercado do entretenimento. No caso de quadrinhos, podem colocar faixa etária, pelo menos isso. Mas não precisam tirar tudo. Se fizerem isso, Brasil entra em crise! É claro que tem o fato de eu achar um absurdo o Estado querer tirar autonomia dos pais, mas ainda quero acreditar que os governadores não iriam querer perder sue dinheiro, pois a Disney iria picar a mula se isso ocorresse de forma extremista, e olha só, é a Disney com quem a Globo tem parceria. Como uma emissora grande ficaria sem seu apoio do Mickey? Tá, a Globo ainda se vira com o que tem, mas não é de hoje que ela tá sofrendo uma crise de audiência. Outras emissoras que já tem audiência baixa iriam sofrer com isso. E se essa lei afetar canais infantis de TV à cabo? Neet e Sky iriam perder parte de seus clientes, pois não teriam mais como exibir desenhos. E no que isso tudo daria? Revoltas, protestos, quebra-quebra, processos. E é ano de eleição!Como será que ficaria a situação? Algum político ou partido aceitaria passar por uma crise que impediria-o de tomar o poder?
Olha, meu texto pode tá uma merda, sei que tem gente que já tá falando que eu só falo merda. Talvez este texto esteja bem inferior a outros por aí. Mas o que eu estou falando aqui é apenas o que eu quero tentar entender. Não sei como vai funcionar essa lei, e acho que é meio absurdo proibirem quadrinhos, pois parte do dinheiro gerado no mundo vem do entretenimento. Acredito eu que o que eles poderiam fazer nesta lei é proibir propagandas de incentivarem as crianças a consumirem só coisas gordurosas, por exemplo. Não sei como vai operar, mas se tal lei foi aprovada, a única coisa que eu acho que se eles fizerem vai ser um tiro pela culatra é justamente o cenário apocalíptico que todos imaginaram. Com os protestos de 2013, nenhum político quer ter funcionários desempregados e fãs alucinados causando quebra-quebra, ainda mais em ano de eleição! Fora que é meio ilógico que com tanta novela mostrando mulher pelada e barraco eles queiram barrar desenhos que, muitas vezes, são educativos (como os da TV Cultura) com o argumento que eles prejudicam a mente das crianças. WTF? Sei que nossas crianças não estão mais inocentes, mas ainda são crianças.
Se os políticos querem o não foder com eles mesmo, proibindo o entretenimento infantil, então eles vão estar fodendo com eles mesmos.
Mas ainda fica a dúvida: No que vai dar essa lei? Quem vai sofrer com ela? Será que esse cenário vai se concretizar, ou se limitará apenas em produtos abusivos?
Esta é minha opinião, agora cabe a vocês nos comentários a dizerem a opinião de vocês.
Faz tempo desde o primeiro Hall
dos Dubladores que eu fiz. Agora estou de volta, e desta vez,
indo na onda de No Game
No Life o nosso querido anime brazuca, estou trazendo um dublador
brasileiro bem foda. Sim, é a vez dele: Guilherme Briggs. Pode dar uma pausa nestes animes hentais que
vocês estão vendo, pare de jogar GTA V por uns instantes para ler esta coluna!
Vamos nessa!
Guilherme Briggs é um carioca nascido em 25 de Julho de
1970. Casado com a roteirista de Histórias em Quadrinhos e desenhista Fran
Briggs, ele é mais do que dublador: Também é Locutor, Tradutor, Diretor de
Dublagem da Delart Estúdios e Desenhista. Desde pequeno, foi influenciado pelo
seu saudoso pai, Henrique Briggs.
Eles passavam finais de semana, durante vários anos, criando personagens,
escrevendo roteiros e gravando histórias em um antigo gravador, em uma espécie
de rádio teatro caseiro. Essa familiaridade com o trabalho de ator veio desse
convívio diário com a arte, através de brincadeiras entre pai e filho. Quando
não estavam fazendo essas aventuras sonoras, Guilherme e Henrique Briggs
costumavam desenhar, outra paixão que continua até hoje. Começou a carreira em
1991, aonde ele se mostrou um gênio talentoso! É uma pessoa apaixonada por tudo
que envolva arte e criatividade, como desenhar, pintar, escrever e atuar. Adora
arte, ciência, livros, ilustração, cinema, seriados, animação, quadrinhos,
mangás e animes.
Como diretor de dublagem, ele trabalhou em Avatar, Transformers, Uma Noite no
Museu e vários outros. Como dublador (que vai ser meu foco aqui) ele também
fez vários. Gente, o tio aqui não assistiu a todos os filmes/desenhos/séries
que o Guilherme Briggs fez dublagem (quando vejo um filme, eu não sei a
principio quem são os dubladores, mas se vejo que ele está ali no elenco, fico
feliz). Fora que se pegarmos todas as dublagens dele, esse post vai ficar bem
longo. Por isso darei foco mais nas dublagens mais conhecidas e que o tio
conseguir lembrar. Quem quiser, depois vá conhecer a página dele, que é bem
legal. Tem esse site aqui
também é bom, e tem este canal no YouTube também.
Enfim, mudando de assunto, hora de continuar. Aviso que não irei seguir uma
ordem cronológica, pois infelizmente não achei uma fonte confiável que me
dissesse isso. Então, vou ir seguindo essa ordem: Personagens de animações, depois atores reais.
Animações/Personagens
que NÃO são de carne e osso
Acho que se eu colocar qualquer personagem que ele dublou
aqui vocês vão reconhecer, não é? Pois Briggs é o gênio por trás da voz do Freakazoid, aquele herói maluco de pele
azul que eu só assisti a UM episódio. Pelo que sei, ele é um dos personagens
favoritos de Briggs. Ele é também a voz por trás do Kronk. Kronk, pessoal, aquele cara da Nova Onda do Imperador, que é um filme que eu assistia bastante na
infância. Se você não assistiu a Nova Onda do Imperador, então morra
(brincadeira, gente). Aliás, o Kronk é meu favorito. Com o sucesso dele, ganhou
até seu próprio filme (a Nova Onda do
Kronk).
Agora, vamos para o espaço, AoInfinito e Além! Sim,
vocês conhecem esse personagem. Buzz
Lightyear do Comando Estelar (ou algo parecido). Puxa, que nostalgia de Toy Story (eu até tive a fantasia do
Buzz), e posso afirmar que esse personagem já consagra Briggs. Agora, indo para
outras coisas nostálgicas, outro que vocês devem conhecer bem e que também marcou
este dublador é ninguém menos que Cosmo
dos Padrinhos Mágicos! Sabe aquela
frase “Eu sou Cosmo”. Outros dois personagens que são marcas de Guilherme
Briggs são: Moisés do Príncipe do Egito e Samurai Jack, do
desenho de mesmo nome que foi produzido pelo mesmo estúdio das Meninas
Superpoderosas.
Falando nelas, olha só quem o Briggs interpretou: Ele, aquele demônio metrossexual.
Provavelmente o chamavam assim para não mencionar o verdadeiro nome do
capiroto. Indo para o fundo do mar, vocês já viram um tubarão vegetariano? Em
2003, Guilherme Briggs faria a voz de Bruce
no longa animado Procurando Nemo. Tá
certo, mas continuando no mundo animado, o cara ainda fez a voz do Rei Julian da série animada Madagascar (nos filmes, porque na série
animada dos Pinguins é outro cara) e daquele boi chamado Otis de O Segredo dos
Animais.
“Ô,
Mika. Beleza e dublou esses personagens todos, mas e em animes?” Não me
esqueci dos animes. Ele é o nosso querido Spike
de Cowboy Bebop e Radamanthys De Wyvern de Cavaleiros do Zodíaco.
E só para encerrar essa parte de animações: Nigel de Rio, Mewtwo de Pokémon: The Firts Movie , Eduardo da Mansão Foster para Amigos Imaginários e Optimus Prime de Transformes
são alguns deles.
Ah, e Guilherme Briggs, pra quem não sabe, é o dublador
oficial do Superman e do Mickey Mouse no Brasil!
Filmes
e séries/Atores REAIS
Acredito eu que dublar uma pessoa é mais difícil que um
personagem de animação. Acho que sincronizar a voz com o movimento dos lábios
de uma pessoa real que está falando em inglês ou outro idioma não deve ser tão
simples. Mas Briggs, sendo um dulador, consegue fazer mais do que isso: Ele faz
verdadeiros milagres. A começar por seu Han
Solo (Harrison Ford) em Star Wars.
Ou o Superman do Henry Cavill em O
Homem de Aço.
Em 2012, Guilherme Briggs emprestava sua voz para Bane (Tom Hardy) em Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge.
E no ano seguinte, Spock (Zachary
Quinto) dos dois filmes de Star Trek
seria mais outro personagem a entrar em seu currículo.
Na trilogia O Hobbit,
Briggs dubla dois personagens: Thranduil
(Lee Pace) e Gollum (Andy Serkis).
Ele também é o dublador de James Norrington (Jack Davenport) da franquia Piratas do Caribe e do Calvin
Scott (Lester Speight) de Eu, A
Patroa e As Crianças, considerado por muitos como o melhor personagem do
seriado.
Bom jovens eu sei que falta uma gama de personagens para
falar, mas infelizmente não dá pra falar de todos, destaquei apenas os mais
conhecidos. E estou fazendo esta postagem em julho, e provavelmente terá muita
gente que ainda a lerá mais pra frente, por isso, se você estiver lendo isso em
2018, sinto muito que não tenha uma personagem que ele dublou de algum filme,
seriado, desenho épico que saiu por aí neste ano ou no ano anterior. E eu
espero que ele continue a dar voz a várias outros personagens fodas, pois eu de
fato sou fã deste dublador. E, não sei se ele um dia lerá este post mas já
deixo meu recado: Guilherme Briggs,
obrigado por dublar personagens épicos, e espero que continue a dar voz a
vários outros, pois amamos seu trabalho. Obrigado por tudo.
Bom, então é isso aí jovens, espero que tenham gostado, foi
bem difícil fazer este post, e como eu disse, será uma coluna, falarei de
muitos outros dubladores.
Uma história antes da lenda do Cavaleiro das Trevas
Por MIKA
A FOX confirmou e divulgou o trailer oficial da série Gotham, que deve mostrar a infância de Bruce Wayne antes dele virar o herói Batman. De acordo com o Inside TV, o canal fez uma encomenda inicial de 13 episódios. Estão no elenco Ben McKenzie, Donal Logue, Robin Lord Taylor, Sean Pertwee, Zabryna Guevara, Erin Richard, Cory Michael Smith, Jada Pinkett Smith, David Mazouz e Drew Powell.
O comissário de polícia Gordon será o protagonista da série. O primeiro caso a ser investigado pelo policial, no episódio piloto, será o da morte dos pais de Bruce Wayne (Mazouz). A gravação está marcada para março. A produção da série é de Bruno Heller, de The Mentalist, e o piloto tem direção de Danny Cannon. A série tem previsão de estreia para a temporada 2014/2015.
Em 2013, o herói Superman fez 75 anos. Infelizmente, nós não
pudermos fazer um especial de aniversário para ele. Em compensação, estamos
fazendo um especial para o Batman. Olha,
eu particularmente sou um grande fã do Homem-Morcego, e fazer este especial é
uma grande honra. Neste especial, iremos relembrar um pouco da fascinante
trajetória do herói que há 75 anos vem combatendo o crime pelas ruas de Gotham.
Batman foi criado pelo roteirista Bill Finger e pelo desenhista Bob
Kane (mesmo este último tendo levado mais os créditos, e ter admitido a
ajuda de Finger após a morte do mesmo). O herói deu as caras pela primeira vez
na Detective Comics #27 ,de maio de 1939, em uma história chamada
"The Case of the Chemical Syndicate". A origem do herói começou no
final de 1938, quando Vin Sullivan, um funcionário da editora National Periodical Publications (uma
editora que se fundiria com a editora All
American Comics, formando a base da atual DC Comics) contratou Bob Kane e outras pessoas para criarem um
herói com a mesma pegada do primeiro super-herói dos quadrinhos, o Superman (que na época fazia um sucesso
tremendo). Fã da cultura vampiresca, especialmente das histórias ligadas ao
personagem conhecido como Drácula, Kane imaginou um herói baseado no mesmo, com
roupas negras. Porém é amplamente aceito que o escritor Bill Finger foi tão
decisivo na formação de pontos chaves do mito. Afinal, foi Finger que deu ao
personagem o formato que o consagrou.
A criação do Batman é algo meio polêmico: Ainda concorrem
com Kane e Finger, o desenhista Frank Foster II, artista ligado a indústria de
publicações de Nova Iorque na Década de 1930, uma vez que ele apresentou
publicamente desenhos de um personagem chamado Batman, esteticamente muito
similar ao personagem em discussão. Tais desenhos, anteriores a 1939, foram
considerados autênticos pela DC Comics. Hoje, Kane e Finger são quem são
creditados pela criação do personagem (mesmo no caso de Finger ter demorado
mais). A ideia de um herói sem poderes veio de Kane, mas foi Finger quem moldou
sua personalidade. Como naquela época os
quadrinhos eram voltados mais para crianças, o herói não era tão sombrio como
conhecemos hoje. É na edição 28 da Detective Comics, de abril de 1940, que
tivemos a introdução do Robin, o
parceiro mirim do Batman (e é aí que começa a fama que ele é gay). A ideia de
introduzir o Robin veio de Bill Finger. Ao escrever os roteiros, Finger começou
a achar que um formato em que lemos os pensamentos do herói se desgastava
rapidamente, e sugeriu um parceiro para que o Batman tivesse com quem conversar
e desenvolver seus raciocínios. Ele e
Kane fizeram o Robin um garoto para que a molecada se identifique com ele e
embarcasse na história (depois dessa, vários heróis começaram a ganhar
parceiros mirins).As vendas dobram com a novidade. Poucos dias
depois, surge um novo título do super-herói, Batman, trazendo dois novos
personagens, Coringa e Mulher-Gato (abril de 1940).
No início de 1941, Batman e Robin juntam-se ao Superman e Zatara na nova HQ World's Best
Comics, com histórias de vários personagens. Artistas como Jerry Robinson e
Dick Sprang trabalham com os heróis na época. Em 1943, apenas quatro anos após
ter surgido nas HQs, o Homem-Morcego debutava também nas telas em um seriado de
15 capítulos, batizado como “O Morcego”, dirigido por Lambert Hillyer e
produzido pela Columbia Pictures. Uma coisa interessante: Por conta da Segunda Guerra Mundial,
a indústria dos quadrinhos sofreu uma queda. Batman, Superman, Mulher-Maravilha
e Capitão Marvel (hoje, conhecido como Shazam) foram um dos poucos heróis que
ainda conseguiram levantar as vendas das HQs. Em uma história de julho de 1952,
chamada "The Mightiest Team in the World", publicada em Superman 76,
Batman trabalha pela primeira vez ao lado do Superman como uma dupla. Os heróis
descobrem suas identidades secretas e iniciam uma parceria de décadas,
tornando-se conhecidos como "Os Melhores do Mundo". É daí que a
rivalidade entre eles começa.
Em 1954, o mundo dos quadrinhos teve outro back: O
psiquiatra germano-americano Fredric Werthan publica o livro Seduction of the Innocent, sugerindo
que quadrinhos violentos são a causa da delinquência juvenil. Em reação a isso,
surgiu a Comics Code Authority, que era uma forma de autocensura para eliminar
os conteúdos violentos. Pronto, se fez a merda! O herói nem podia dar um soco
de leve no vilão que já pegava mal. Nessa época, tivemos a introdução da Batwoman em 1956, para abafar o caso do
Batman ser gay (mesmo assim, a acusação permanece até hoje).
Por conta das baixas vendas, em maio de 1964 o personagem
foi reformulado pelo artista Carmine Infantino e o editor Julius Schwartz, que dão
novo visual ao personagem. Daí surgiu a famosa elipse amarela no peito. Aqui,
volta as histórias de detetive. Em 1966, com a estreia da série de televisão do
Batman , interpretado por Adam West, bem-humorada e colorida, o personagem
ganha nova popularidade, fazendo com que o tom e personagens da TV sejam
inseridos nos quadrinhos.
Até tentaram, ao longo da história, fazer a venda do Batman
subir, mas não dava resultados. Steve Englehart e Marshall Rogers assumem a
Detective Comics em agosto de 1977. O trabalho da dupla inspirou o filme Batman
(1989) e Batman - A Série Animada (1992). Apesar da qualidade do trabalho, as
vendas continuam caindo. As vendas melhoraram quando Frank Miller revolucionou os quadrinhos ao apresentar um Batman de
meia-idade que precisa voltar a combater o crime na minissérie de quatro
capítulos O Cavaleiro das Trevas.
O aclamado arco Batman:
Ano Um é publicado em fevereiro de 1987 por Frank Miller e David
Mazzucchelli, e isso tudo após a Crise
nas Infinitas Terras, o primeiro de muitos reboolts da DC. Aqui, as coisas
começam a ficarem mais sombrias. A Piada Mortal, de Alan Moore e Brian
Bolland, publicada em 1988, já mostra um tom mais adulto. Em 1983, Gerry Conway
e Don Newton criam o segundo Robin, Jason
Todd, vira alvo de uma estratégia de marketing inusitada da DC em 1988: um
número de telefone é criado para que os leitores decidam se ele deve ou não
morrer. Na HQ "Morte na Família", Jason morre pelas mãos do Coringa. Em 1989, Tim Burton dirige Batman, com Michael Keaton e Jack
Nicholson. Sucesso, o filme ganharia três continuações (Batman: O Retorno,
Batman Eternamente e Batman e Robin), que não obtiveram o mesmo retorno. O
filme Batman e Robin, por exemplo,
foi uma bomba total, um dos piores filmes de super-heróis já feitos. Com o
interesse pelo filme, uma nova HQ do herói - primeiro título inédito em quase
50 anos -, Legends of the Dark Knight, por Dennis O'Neil e Ed Hannigan, vende
perto de 1 milhão de exemplares.
Em 1992, Batman - A
Série Animada chega com enorme sucesso! Muitos consideram esta versão uma
das melhores já criadas para o herói. E foi em 1993 que tivemos A Queda
do Morcego, uma saga em que o herói é derrotado por um novo vilão, Bane,
e substituído por Jean-Paul Valley, o Azrael. Em 1998, os arcos Terremoto e Terra de Ninguém marcam o fim de uma era,
com a saída de Dennis O'Neil do cargo de editor. No final da década de 1990 são
lançadas duas minisséries antológicas: Batman:
O Longo Dia das Bruxas e Batman:
Vitória Sombria. As HQs mostram o herói em seus primeiros dias como
combatente do crime contra seus grandes oponentes (Loeb voltaria em 2008 a
trabalhar com o personagem, ao lado de Jim Lee, no arco de histórias
Silêncio).
O roteirista Grant Morrison (que havia trabalhado com o
herói na graphic novel Asilo Arkham) assumiu o título Batman em 2006, trazendo
de volta temas dos anos 1950, como a ficção científica, e personagens
esquecidos. O autor chegou até a matar o Homem-Morcego (!) em Batman:
R.I.P.. O herói retorna claro, e ele cria Corporação Batman, com uma
organização de Cavaleiros das Trevas globais, combatendo o crime mundialmente.
Agora, eram mais morcegos para atazanar a vida dos criminosos.
E finalmente, chegamos ao grande trunfo: O deus louva-deus Christopher Nolan assume a direção dos
filmes do Batman e cria uma estupenda trilogia, cobrindo os filmes Batman Begins (2005), Batman- O Cavaleiro das Trevas (2008) e Batman- O Cavaleiro das Trevas Ressurge (2012). O segundo filme
pode se considerar o melhor dos três, dando destaque para a fodástica atuação
de Heath Ledger como Coringa, que é de deixar qualquer um
com orgasmos.
E também temos neste período a série de games Batman: Arkham, considerada uma das
melhores franquias de games já feitas. Ela é produzida pela Rocksteady Studios e distribuída pela Warner Games. Até agora é composta por três
jogos: Arkham Asylum (2009), Arkham City (2011) e Arkham Origins (2013). Um novo jogo, Arkham Knight, deve sair em 2014, e
segundo a Rocksteady Studios, se passará depois de Arkham City e será o último
capítulo da franquia (mas do jeito que vende, eu duvido que eles parem por ai).
O personagem, enfim, teve uma carreira de altos e baixos ao
longo de quase uma década. Ele com certeza não será esquecido tão facilmente. É
um herói que revolucionou por combater o crime sem precisar de superpoderes, o
que faz dele (na minha opinião) mais foda que o Superman. Ele não precisa de
poderes para ser um herói. Com certeza, o Batman deixou um legado para nós,
fãs. Por isso, parabéns Batman pelos
seus 75 anos. E que venham mais 75 anos pela frente combatendo o crime!
E só pra fechar, os temas de todos os três filmes do Batman de Christopher Nolan.
E outra: O Coringa do Heath Ledger era divino! O melhor Coringa que já vi!